Los desafíos de una reforma fiscal en Argentina
Hay otro camino - apuntes para pensar una discusión urgente
Palavras-chave:
Política fiscal, Progressividade tributária, Direitos humanos, Desigualdade socioeconômica, Gasto público e endividamentoResumo
Nos últimos dois anos, a política fiscal tornou-se o eixo central do programa econômico do governo de Javier Milei, caracterizado por um corte de gastos públicos sem precedentes desde 2002, reformas tributárias regressivas e um maior peso da dívida pública, que reduziram o espaço fiscal necessário para garantir direitos. Diante desse cenário, o Espaço de Trabalho Fiscal pela Equidade (ETFE) elaborou Hay otro camino, uma proposta de reforma fiscal integral orientada para a equidade, a progressividade e a reconstrução do papel do Estado. O documento se organiza em quatro eixos — gasto público, sistema tributário, abuso fiscal e endividamento — e apresenta diretrizes para fortalecer funções essenciais do Estado, ampliar a tributação direta, combater a evasão e repensar a dívida com base em critérios de sustentabilidade e democracia. A apresentação pública do documento permitiu articular essas propostas com debates mais amplos sobre desigualdade, legitimidade estatal e os desafios políticos para reconstruir um horizonte fiscal compatível com a igualdade e os direitos.
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