Estructura productiva y reproducción de la fuerza de trabajo: la vigencia de los limitantes estructurales de la economía argentina

Autores

  • Florencia Jaccoud CEPED, IIE, FCE, UBA
  • Agustín Arakaki CONICET-CEPED
  • Ezequiel Monteforte PROPAI
  • Laura Pacífico CEPED
  • Juan Graña CONICET-CEPED
  • Damián Kennedy CONICET-CEPED

Resumo

O artigo tem por objetivo analisar a evolução do mercado de trabalho argentino tomando conta das características estruturais do nosso país.

O capital na Argentina tem um atraso de crescimento de produção em relação às condições médias de produção em todo o mundo e, portanto, necessitam de fontes de compensação para sobreviver. Historicamente, esse papel é cumprido pela renda da terra. No entanto, devido às transformações ocorridas em todo o mundo em meados dos anos setenta e o atraso de crescimento, a venda da força de trabalho abaixo do seu valor, e circunstancialmente, o endividamento externo aparecem como fontes complementares. Assim, melhorias significativas nos indicadores econômicos e do mercado de trabalho depois da crise de 2002 são sustentadas com os salários reais abaixo de seus melhores valores históricos e um fluxo de rendimento nunca tinha sido registrado. É isso que explica que algumas variáveis não têm sido capazes de recuperar os níveis dos melhores valores históricos, apesar do crescimento recente.

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Publicado

2015-06-02

Como Citar

Jaccoud, F., Arakaki, A., Monteforte, E., Pacífico, L., Graña, J., & Kennedy, D. (2015). Estructura productiva y reproducción de la fuerza de trabajo: la vigencia de los limitantes estructurales de la economía argentina. Cuadernos De Economía Crítica, 1(2), 79-112. Recuperado de https://sociedadeconomiacritica.org/ojs/index.php/cec/article/view/15

Edição

Seção

Artículos

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