Taxa de câmbio real, emprego e assimetrias produtivas na Argentina.

Um caso para as jurisdições argentinas

Autores

  • Julian Pierino Pedrazzi Universidad Nacional de La Plata
  • Deborah Noguera LESET-IdIHCS/CONICET-UNLP

Resumo

Neste artigo defendemos que as assimetrias produtivas nas jurisdições existentes no país dão origem a diferentes padrões de especialização e inserção no mercado internacional, afetando a dinâmica do emprego em cada um dos Estados subnacionais. Estas diferenças na composição setorial do sector produtivo e na sua orientação para a exportação significam que os efeitos das flutuações da taxa de câmbio real (TCE) sobre o emprego não são simétricos, mas dependem da estrutura produtiva de cada jurisdição. Em particular, utilizando uma metodologia de painel para os 24 Estados subnacionais da Argentina e 5 sectores produtivos no período 2004-2017, os resultados sugerem que existe um efeito negativo do TCR no emprego nos diferentes sectores produtivos, que é parcialmente compensado pelos sectores com uma maior orientação para a exportação na província. Estes resultados são mantidos quando incorporamos controlos a nível nacional e provincial.

Palavras-chave: taxa de câmbio real; emprego; estrutura produtiva; Argentina; dados do painel.

Códigos JEL: O24; E24; O54

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

2020-07-01

Como Citar

Pedrazzi, J. P., & Noguera, D. (2020). Taxa de câmbio real, emprego e assimetrias produtivas na Argentina.: Um caso para as jurisdições argentinas. Cuadernos De Economía Crítica, 6(12), 17-43. Recuperado de https://sociedadeconomiacritica.org/ojs/index.php/cec/article/view/159

Edição

Seção

Artículos