O contrato entre YPF e Chevron: uma forma confusa na relação entre o Estado e o mercado

Autores

  • Gustavo Daniel García Becario del CONICET- UNR- Facultad de Ciencias Económicas y Estadística. Miembro de la Sociedad de Economía Crítica (SEC) y de Enlace por la Justicia Energética y Socioambiental (EJES).

Resumo

Este artigo tem como objetivo compreender como se articula o Estado e o mercado no contrato assinado entre YPF e Chevron em 16 de julho de 2013, e tem como objetivo a exploração da concessão Loma Campana (Neuquén). Para atingir este objetivo, é necessário fornecer uma interpretação do papel do Estado no contrato, bem como a forma de empresa estatal conjunta com uma empresa transnacional. Para ele tem sido usada documentação pública e oficial, incluindo o mesmo contrato, o que nos permite satisfazer as implicações jurídicas e económicas dos mesmos. Concluímos que o contrato está montando uma rede de empresas, contratos comerciais e mecanismos legais para dissociar Chevron de qualquer responsabilidade sobre os problemas sócioambientais, além de construir uma maneira segura de canalizar a injeção de capital. A assinatura do acordo está enquadrada em um contexto em que o governo deve garantir a reprodução ampliada do capital, porque foi ameaçada pela escassez de divisas. A forma de intervenção através da YPF será caracterizada como empresa estatal corporatizada.

Palavras-chave: acordo entre YPF e Chevron, Estado e mercado, empresas estatais corporatizadas.

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Publicado

2018-04-23

Como Citar

García, G. D. (2018). O contrato entre YPF e Chevron: uma forma confusa na relação entre o Estado e o mercado. Cuadernos De Economía Crítica, 3(6). Recuperado de https://sociedadeconomiacritica.org/ojs/index.php/cec/article/view/216

Edição

Seção

Artículos