La Dívida Externa e Dívida Ecológica, dois lados da mesma moeda
O intercâmbio ecologicamente desigual entre a Argentina e o resto do mundo
Palavras-chave:
economia política, economia ecológica, desenvolvimento sustentável, comércio internacional, desenvolvimento-subdesenvolvimentoResumo
Este trabalho propõe, através do conceito de dívida ecológica, estudar os impactos do padrão de acumulação por avaliação financeira (1976-2001) e pós-conversibilidade (2002-2015) em termos ambientais. A hipótese central é que a necessidade de a moeda estrangeira pagar o endividamento externo gerado no padrão de avaliação financeira tem uma relação direta com a dívida ecológica, uma vez que a moeda estrangeira é obtida de uma estrutura de exportação reprimida, o que implica, por um lado, comércio desigual em termos de energia mal paga e fluxos de materiais para o resto do mundo; e, por outro lado, uma redução na biocapacidade líquida, ou seja, a perda de capacidade que nosso território tem para suprir recursos naturais úteis e absorver os resíduos gerados pelo processo econômico. Com base nisso, o presente trabalho descreve essas situações de trocas ecologicamente desiguais na Argentina, no quadro de um crescente endividamento externo, e reflete o crescente processo de perda ecológica na Argentina por meio do uso de indicadores biofísicos e monetários.
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